Assim como foi pedido, estou reescrevendo a minha análise de tensão e estabilidade dos modelos.
"Construir dois blocos, o primeiro com irregularidades por fora e liso por dentro, e o segundo compacto e sem irregularidades."
"Encaixar os blocos (o compacto dentro do outro) para analisar as tensões:"
Etapa 2.2: Tensão entre volumes.
"Primeiro modelo: Pouca tensão e grande estabilidade."
Esse modelo, porque o bloco irregular aumenta a base do modelo, possui grande estabilidade. A sua base, muito maior do que o topo, proporciona um grande equilíbrio apesar da, quase, falta de tensão entre os blocos.
A tensão entre eles quase inexiste uma vez que a única força necessária para a estabilidade do dois é o próprio peso deles.
Segundo modelo: Grande tensão e estabilidade precária.
A tensão entre os blocos, logo no prório encaixe, mostra-se evidentemente grande. Porque o bloco irregular tem peso aproximadamente igual ao do outro e não está apoiado, o modelo somente torna-se estável devido ao atrito entre os dois que precisa ser grande para compensar o peso do irregular. Assim, o equilíbrio depende exclusivamente da condição do atrito que precisa se igualar ao peso logo dependendo da posição e do encaixe perfeito entre os blocos.
Terceito modelo: Muita tensão e estabilidade mínima.
Assim como no modelo anterior, a estabilidade desse modelo é precária devido à sua dependencia do atritro entre os blocos, o qual deve ser maior devido à maior distancia em que o bloco irregular se encontra. A outra causa do frágil equilíbrio é o fato da base ser bem menor do que o topo, apesar de o bloco liso encontrar-se no centro de gravidade do modelo; a posição do bloco central, apesar de ser muito importante, pode, dependendo da posição relativa entre as peças, ser desconsiderada por causa do condição específica de atrito capas de anular o peso.
Etapa 2.3: Volumes e planos.
"Usar representações de cobertura e base para analisar as tensões entre essas e os blocos."
"Base (peças brancas): Grande tensão entre a base e os blocos:"
A base, como aumenta a distribuição de peso e torna o bloco liso um pouco mais prorporcional ao topo, ajuda a aumentar a estabilidade, mas não muda a necessidade de grande tensão entre as peças para que a posição em que foram encaixadas seja mantida.
Entretanto, a base diminui a possibilidade do modelo acabar caindo para os lados (algo que era mais possível no último modelo da etapa 2.2 devido à falta de proporção da base quanto ao topo).
Esse outro modelo possui, apesar de grande, menor tensão entre as peças o que o torna mais estável que o modelo anterior com a ajuda da base que age nele da mesma forma que no último.
Nota-se que, apesar mais maior estabilidade, esse ainda é muito instável quando comparado com o próximo modelo.
"Cobertura (peças brancas):"
A posição do bloco vazado, assumindo a função de base do modelo, torna esse exemplo extremamente estável porque distribui melhor o peso e não há problemas com a tensão entre as peças uma vez que a única necessária para a manutenção das posições é o peso e a reção à este.
A cobertura ajuda a aumentar o equilíbrio uma vez que aumenta o peso do bloco liso, pressionando-o mais contra o solo e a base, aumentando a tensão.
Já, para esse tipo de arranjo, a cobertura pouco influencia no equilíbrio e na tensão entre as peças.
A sua influencia na tensão inexiste uma vez que o atrito depende apenas do material, da aceleração da gravidade e do peso do bloco vazado. Logo o modelo não se torna mais estável neste ponto.
Já quanto ao equilíbrio das peças, por aumentar o topo, tornando-o mais proporcional ao volume vazado, diminui as possibilidades de queda.
Assim, apesar de ter recebido uma cobertura, o modelo pouco foi influenciado quanto ao seu equilíbrio e tensão.
























