domingo, 27 de maio de 2012

Maquete Iberê - Curvas de nível

A primeira parte da maquete a ser confeccionada são as curvas de nível. Seguem as fotos abaixo:

















sexta-feira, 18 de maio de 2012

Repostagem do exercício 4.1

De acordo com a sugestão feita na monitoria para o assessoramento do exercício 4, escolhi apenas uma das imagens postadas para representá-la em forma de desenho, procurando desenhá-la da melhor forma possível, observando as áreas sombreadas e iluminadas.

Foto escolhida:


Representação:




Exercício 3 - Repostagem 3.2 e 3.3

Para atender o objetivos das etapas 3.2 ("analisar as diferenças de efeitos espaciais produzidos pela
luz com incidência zenital e com incidencia lateral usando estrategias de abertura similares") e 3.3 ("utilizar e variar parâmetros de dimensão") utilizei um modelo onde poderia atender ambos os requisitos.
Seguem as fotos abaixo:

  • Aberturas zenitais e uma abertura lateral ("caixa deitada"):  Nota-se que nessa configuração o ambiente recebe bastante iluminação, podendo-se visualizar a textura e as curvas na parede ao fundo. 
A escala, indicada a partir do calunga, mostra-se adequada, assemelhando-se a realidade.

 Já na proxima foto, a escala se mostra inadequada e desproporcional.


  • Somente abertura lateral: Virando-se a caixa, passamos a ter uma outra configuração que permite boa iluminação somente em casos especificos. A visualização da perede branca é afetada, tornando-se dificil perceber a sua textura.

Mais uma vez, o calunga utilizado torna a escala adequada ao ambiente que, apesar de mais alto, está mais estreito, tornando proporcional a composição do ambiente.


A póxima foto se mostra com escala inadequada. O calunga utilizado, que já se mostrava improprio para a outra composição, reforça a necessidade de utilizar um outro indicativo de escala.


sábado, 12 de maio de 2012

Exercício 6 - Continuação: Esponja Floral




 

Exercício 6 - Visita Iberê e esponja Floral.


Para que pudéssemos ter embasamento o suficiente para montar a maquete final da Fundação Iberê Camargo, realizamos uma visita ao museu e o esculpimos em uma esponja floral. O último item foi de fundamental importância para a compreensão entre a forma do museu e a composição das suas fachadas.

  • Visita ao museu:
  Alinhamento e Precisão: Esse foi o principal elemento comentado durante a visita.  O arquiteto Álvaro Siza, procurando seguir a tendência do artista Iberê, projetou o museu buscando a perfeição. Nas fotos abaixo, nota-se a preocupação de Álvaro em manter o alinhamento quanto aos elementos da fundação. Tal fato explica a semelhança entre os quatro andares, onde por vezes, podemos até mesmo nos confundir. Outro fato que comprova essa preocupação quanto ao alinhamento, é a disposição dos corredores externos (“braços”) que, apesar da aparência de terem sido colocados aleatoriamente, esses se encontram perfeitamente alinhados verticalmente (isso pode ser melhor visualizado na segunda parte da postagem).
 Alinhamento entre os elementos;




 Acabamento: Esse item é englobado também pela procura a perfeição. Ao longo da visita, percebemos que, provavelmente procurando também dar ênfase as obras do artista, podiam-se visualizar somente as saídas do ar condicionado, estando esses em um corredor de serviços.  Outra característica é a preocupação em “esconder” as caixas de som do auditório. Esses fatos podem ser encaixados no item anterior por também caracterizarem a uniformidade da construção.
Saídas do ar condicionado:



Aproveitamento da paisagem: Contrariamente às especulações a respeito do museu, este procura sim aproveitar a paisagem local. Álvaro Siza projetou algumas janelas ao longo dos corredores externos que, além da função de iluminação, procuravam englobar a paisagem ao museu e vice-versa. Algumas dessas aberturas podiam ser encontradas também no volume principal da fundação.
Foto tirada através de uma das janelas dos braços:






“Braços”: Possuindo uma levíssima declividade, esses são os corredores que funcionam como acesso entre os pavimentos. Tendo como ideia projetar o museu de forma com que fosse visualizado de cima para baixo, o arquiteto projetou os braços sempre com uma pequena declividade para ajudar o acesso e, de certa forma, informar quanto ao percurso a ser percorrido. A disposição externa dos corredores permitiu que o volume principal fosse melhor aproveitado, tendo nos andares de exposição apenas os elementos necessários à esse.
 Foto tirada através de uma das aberturas laterais de um dos corredores. Nota-se a declividade desses:


 Alinhamento dos corredores:
 





Estacionamento: Tendo como solução à falta de espaço, o estacionamento de encontra no subsolo, abaixo da rodovia; esse fato também facilita o acesso para automóveis, uma vez que a entrada e a saída estão coerentes quanto aos sentidos da via.

 




Aberturas zenitais: Essas foram encontradas somente nos braços, uma vez que a iluminação natural precisava ser controlada nas áreas do volume principal (essa prejudica a pintura dos quadros). Os dois tipos de abertura (as laterais procurando iluminar e contemplar a paisagem e as zenitais servindo somente para iluminar) foram combinados de forma precisa, procurando manter a iluminação homogênea ao longo do horário de funcionamento do museu, descartando-se assim, totalmente a necessidade de iluminação artificial.

 Abertura zenital em um dos corredores externos:




Fachadas:  Essas são constituidas tanto por arestas vivas, como por contornos suaves, caracterizando uma certa diversidade nas suas composições. Entretanto, devido a ideia de precisão, essas possuem elementos incomuns que criam uma noção de homogeinidade. A forma curva do volume principal é unida às outras fachadas (mais retas e lisas) devido ao desenho dos braços que compensa as subtrações. 



 

domingo, 6 de maio de 2012

Exercício 5- Continuação

Ampliação:




  • Foto tirada pela parede de vidro:

















Exercício 5 - Fechamento externo/interno e ampliação

    Após termos feito a estrutura primária de vigas e pilares I na semana passada, teríamos que ampliar e o modelo incial, fazendo os módulos para o interior e exterior da maquete, observando os efeitos produzidos pela luz (retomando lições anteriores) e procurando sempre a maior precisão possível.

    Durante a confecção da maquete, desde a montagem da estrutura primária, a maior dificuldade encontrada por mim foi manter o padrão das vigas e pilares, considerando o tamanho, a posição entre os cortes de papel para que ficassem na posição correta e encaixá-los nos seus devidos lugares. Após a primeira tentativa na semana passada, tive maior facilidade na confecção das vigas I, melhorando o tempo e a precisão (pode-se notar a diferença entre os módulos iniciais e os de ampliação), desenvolvendo inclusive certa técnica. Assim sendo, o grande desafio dessa segunda etapa era a precisão dos módulos para que encaixassem entre os vãos. Após algumas tentativas, criei um "gabarito" em folhas de papel simples com as medidas especificadas no e-mail (power point da primeira aula do exercício 5) para facilitar a criação dos módulos. A partir desse, foi possível cortar a madeira e o papel pluma já com certa precisão, tendo apenas que fazer certos ajustes.
  
     Para o revestimento externo, optei pela madeira balsa indicada em aula, para o piso a madeira balsa e para o forro a lâmina para projetores, representando o vidro. Em apenas uma situação utilizei a madeira para o fechamento do forro, procurando indicar uma extensão com espaço aberto.
Utilizei também, outros tipos de lâminas para a representação do vidro em dois módulos de fechamento externo.

Seguem as fotos externas da maquete:





Fotos internas da maquete, já procrando mostrar os efeitos produzidos pelos tipos de aberturas:


  • Piso térreo: Nota-se o efeito causado pelo filtro, o tipo de abertura (fachada anterior) e a textura na divisória interna.


  • Piso térreo: Agora com o calunga um pouco mais a frente do que na foto anterior, pode-se notar o efeito causado pela abertura circular e a parede de espelho (entre a abertura circular e a parede de vidro azul).


  •  Piso térreo: Para mostrar o esfeitos de luz por outro ângulo do mesmo local da foto anterior , removi a cobertura.



  • Piso térreo: Com o calunga mais ou menos no mesmo lugar e com uma luz mais direcionada, podemos ver o efeito causado pelo filro roxo.

  • Piso térreo: Iluminação pela parede de vidro azul.

  • Visão dos filtros amarelos:

  • Possíveis efeitos produzidos na parede de espelho (e efeitos causados também por essa):